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02/03/2011

Brasil: Citroën apresenta linha 2011 das C4 Picasso

A Citroën apresentou na última segunda-feira (28) a linha 2011 das minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso, lançadas no Brasil em meados de 2008. Ambas as versões exibem o visual atualizado recentemente na Europa, para acompanhar a mais recente identidade visual da fábrica francesa. A principal mudança é justamente o duplo chévron, símbolo da Citroën, que aparece pelos quatro cantos em alto relevo e com os contornos arredondados, dentro da nova assinatura da marca. Além do escudo, as minivans receberam pequenas atualizações, que o leitor confere logo abaixo. Fabricadas na Espanha, no Complexo Industrial de Vigo, a nova C4 Picasso passa a custar R$ 78.490 (R$ 1.500 a mais que o modelo 2010), enquanto a irmã maior começa em R$ 91.990 (encarecida em R$ 2.090). Veja!

Mas, afinal, o que mudou?

Para começar, vai uma dica: não espere encontrar a dupla com visual renovadíssimo. As mudanças não mexem no já conhecido design dos monovolumes. Na linha 2011, o principal chamariz é que tanto o C4 Picasso, com capacidade para cinco ocupantes, como o Grand C4 Picasso, de sete passageiros, exibem a assinatura de estilo mais recente da Citroën. O novo logo com o duplo chevron, com contornos suaves, aparece na grade dianteira, tampa traseira, no centro do volante e no miolo das rodas. Por falar em rodas, elas também são novidade. Medem 17 polegadas nas duas versões e estão calçadas com pneus 215/50, Michelin Primacy HP. Os desenhos dos aros também são novos – chamam-se Volubilis, no C4 Picasso, e Roskild, no Grand C4 Picasso.

Outro detalhe são os filetes de pisca dos faróis, agora incolores na linha 2011 – nos modelos 2010 as luzes eram na cor laranja. Ainda por fora, o C4 Picasso ganhou contorno escurecido nas lanternas traseiras, enquanto o destaque no Grand C4 Picasso são dois filetes de luzes diurnas de diodos luminosos (leds), situados no pára-choque, além de maçanetas cromadas. No interior, a fabricante francesa também optou pelo leve tapinha no visual, com novos revestimentos dos assentos e painéis das portas, chamados de Anjou no C4 Picasso e Brise, na versão maior. Por fim, o C4 Picasso 2011 sai de fábrica com ar-condicionado digital para os passageiros detrás.

Tecnologias são as mesmas

O conjunto motor e câmbio permaneceu sem alterações, com as mesmas especificações da linha 2010. Basta abrir o capô que você encontrará o já conhecido bloco 2.0 litros a gasolina, capaz de entregar até 143 cavalos de potência a 6.000 giros e 20,4 kgfm de torque a 4.000 rpm. Os modelos utilizam transmissão automática seqüencial de quatro velocidades. Para quem vai atrás do volante ou nos outros assentos, nada de novo. Porém isso não é ponto negativo para os dois modelos familiares. Isto quer dizer, que a ergonomia continua caprichada tanto para o motorista, que dispõe de uma posição alta para dirigir, como para os passageiros, que continuam desfrutando de um ambiente confortável. Na linha 2011, a Citroën segue privilegiando a visibilidade dos irmãos, com pára-brisa panorâmico, que oferece ângulo de visão vertical de 70 graus.

Objetivos de mercado

A Citroën deixou claro que pretende, com os dois lançamentos, abocanhar uma fatia maior do segmento de monovolumes no Brasil. O objetivo da francesa é saltar de um total de 4.500 unidades/ano para 6.600 exemplares anuais, conquistando 40% de participação no nicho já esse ano. Para se ter ideia do cenário, o segmento de minivans é liderado atualmente (e com folga) pela Chevrolet Zafira. Dados da Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) apontam que o modelo da norte-americana General Motors foi responsável pelo emplacamento de 9.263 unidades no ano passado – foram 2.203 exemplares a mais do que o Xsara Picasso, dono da medalha de prata no período.


Fonte: Carsale

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