O encerramento da produção do Renault Mégane no Brasil, por conta da chegada do sedã Fluence, não decretou o fim da perua Grand Tour. A fabricante francesa decidiu manter as vendas do modelo e aproveitou para reposicioná-lo no mercado brasileiro. A estratégia da Renault é oferecer a Grand Tour somente em uma versão de acabamento, a Dynamique, com preço sugerido de R$ 48.490. A configuração de entrada Expression, com motor 1.6 litro, que vinha sendo vendida por R$ 45.350; e a topo de linha Dynamique, empurrada pelo bloco 2.0 litros e com preço sugerido de R$ 53.030, deixam de ser oferecidas.
A partir de agora, a Grand Tour passa a vir apenas com bloco de quatro cilindros, 1.6 litro de 16 V Hi-Flex, com duplo comando de válvulas e capaz de gerar 115 cv de potência com etanol (110 cv, com gasolina), associado, exclusivamente, a uma transmissão manual de cinco marchas. De série, a Grand Tour Dynamique traz direção com assistência elétrica, volante com regulagem de altura e profundidade, todos os vidros e retrovisores elétricos, rádio com CD/MP3 player, haste com comandos de áudio na coluna de direção, chave-cartão, entre outros itens.
Já a lista de itens de segurança inclui airbags para motorista e passageiro, freios com ABS e sistema de distribuição eletrônica de frenagem (EBD). Outra característica da perua é a sua capacidade de carga: 520 litros de capacidade do porta-malas, podendo ser ampliada 1.600 litros, com o rebatimento do banco traseiro. A Grand Tour é produzida na fábrica da Renault de São José dos Pinhais (Paraná) e conta com garantia de três anos.
Fonte: Carsale
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