O mercado brasileiro nunca esteve tão diversificado.
A maioria das grandes empresas do mundo tem produção local e as poucas que não têm, atum como importadoras, o que faz do País um dos maiores mercados consumidores, quinto ou sexto do mundo.
No total são mais de 700 carros à disposição do consumidor, somando todas as versões de acabamento, motorização e carroceria.
E os carros importados estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Existem dois tipos de importados: o primeiro é aquele trazido pelas empresas que têm fábrica no Brasil e portanto são beneficiadas com a isenção da taxa de importação de 35%. Nesse caso estão basicamente os carros feitos na Argentina e no México. E são muitos:
Da Argentina vêm Spacefox, Siena, Focus (hatch e seda), C4 (hatch e seda) Peugeot 307 (hatch e seda), Clio, Symbol Kangoo e a picapes médias - Ranger, Hilux (picape e o Utilitário).
Do México vem Jetta, Bora, Tiida, Sentra, PT Cruiser, Captiva, Dodge Ram, Fusion, Honda CRV e o New Beetle.
Esse segmento vendeu 210 mil unidades no primeiro semestre e já representa 14,5% do mercado.
O outro segmento é o das importadoras, que trazem carros da Hyundai, Kia, Lamborghini, Ferrari, BMW e outras 14 marcas, que pagam 35% de taxa além dos impostos locais. Eles têm uma participação muito menor, venderam 13 mil carros no semestre, mas também tiveram um crescimento acima da média do mercado.
Isso quer dizer que, embora seja minoria, o carro importado (da Argentina, da Alemanha ou da Coreia), empolga cada vez mais o consumidor brasileiro.
Fonte: Agência AutoInforme
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